quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Lançamento do Livro Inclusão digital: polêmica contemporânea, dia 15 de dezembro às 17h30



Será lançado no próximo dia 15 de dezembro, às 17h 30 na nova livraria da EDUFBA,o livro “Inclusão digital: polêmica contemporânea”, organizado por Maria Helena Bonilla e Nelson Pretto. Participo da obra através de um artigo escrito com professor Nelson Pretto e Joseilda Sampaio de Souza sobre uma experiência de inclusão digital em ambiente educacional, o caso do Tabuleiro Digital na FACED_UFBA. A nova livraria fica localizada na Biblioteca Setorial de Saúde da UFBA, no campus do Canela, atrás da Reitoria da universidade.

Vejam sumário da obra

Apresentação da Coleção e do volume – Maria Helena Silveira Bonilla e Nelson De Luca Pretto

1 – Prefácio – André Lemos

2 – Inclusão digital: ambiguidades em curso – Maria Helena Silveira Bonilla e Paulo Cezar Souza de Oliveira

3 – Para além da inclusão digital: poder comunicacional e novas assimetrias - Sérgio Amadeu da Silveira

4 – Inclusão digital como fator de inclusão social – Lia Ribeiro Dias

5 – Diretrizes metodológicas utilizadas em ações de inclusão digital – Maria Helena Silveira Bonilla e Joseilda Sampaio de Souza

6 – Novas tecnologias e inclusão digital: criação de um modelo de análise – Leonardo Costa

7 – Autonomia, liberdade e software livre: algumas reflexões - Doriedson de Almeida e Nicia Riccio

8 – Leitura e escrita online – Edvaldo Souza Couto, Marildes Caldeira de Oliveira e Raquel Maciel Paulo dos Anjos

9 – Tabuleiro Digital: uma experiência de inclusão digital em ambiente educacional –Nelson De Luca Pretto, Joseilda Sampaio de Souza e Telma Brito Rocha







domingo, 6 de novembro de 2011

Crimes Virtuais: onde denunciar em Salvador.

O jornal A Tarde deste domingo trouxe uma reportagem de capa sobre Crimes Virtuais, entre as dicas sobre o que fazer se você for vítima, uma novidade, teremos em Salvador uma delegacia para cuidar de crimes de ameaça, calúnia, difamação, injúria e falsa identidade, entre outras crimes que ocorrem principalmente em redes sociais na internet. Atualmente as vítimas devem ir até a delegacia de repressão ao estelionato e outras fraudes (DREOF), tem recebido tel. 71- 3117-6633 End. Rua Luiz Maria, Complexo Policial Altamirando Alves Rodrigues, Baixa do Fiscal em Salvador. A polícia civil da Bahia já nomeou o futuro titular da unidade que cuidará destes crimes, o delegado Charles Leão.

Já dei algumas dicas aqui no blog sobre o tema, mas deixo novamente sugestões do que você pode fazer se for vitima, como indica a reportagem.


Preserve todas as provas - Salve as páginas em que aparecem as ofensas em CD-R ou DVD-R, e imprima esse conteúdo. Em um cartório, faça uma "Declaração de Fé Pública" de que o crime em questão existiu ou uma "Ata Notarial" do conteúdo ofensivo;

Procure uma delegacia - Com as provas em mãos, vá até a Delegacia de Polícia Civil mais próxima. Em Salvador, procure a Delegacia de Repressão ao Estelionato e Outras Fraudes, na Baixa do Fiscal, e registre a ocorrência;

Solicite a remoção das ofensas - Para isso, envie uma Carta Registrada para o prestador do serviço que hospeda o conteúdo na internet. No site da ong Safernet, há um modelo que pode ser usado (www.safernet.org.br/site/prevencao/orientacao/modelo-carta);

Fonte


quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Entrevista concedida para Revista Guia Prático para Professores de Ensino Fundamental sobre Bullying

A revista Guia Prático para Professores de Ensino Fundamental no mês de setembro (2011) dedicou sua matéria de capa sobre o bullying, principais pesquisadores do tema no Brasil deram sugestões para tratar do tema na Escola.



http://revistaguiafundamental.uol.com.br/professores-atividades/89/artigo235398-1.asp


domingo, 19 de junho de 2011

SaferNet cria Fórum sobre uso Ético das TIC no Portal do Professor do MEC

Na sexta, ao abrir meu e-mail, recebo uma mensagem de Rodrigo Nejm (diretor prevenção SaferNet) sobre a criação do Fórum que discute o uso ético das TIC no Portal do Professor MEC, fiquei extremamente feliz com a iniciativa, acho que todo professor é também responsável pela orientação e conscientização de seus alunos sobre o uso da rede internet. Nós professores pesquisadores, que executamos projetos neste campo (tenho desenvolvido ações de extensão sobre o uso da internet segura no Ponto de Cultura Alafiá em Santo Amaro_Ba com apoio do CNPq), e a SaferNet, sabemos como é urgente um debate amplo sobre as alternativas pedagógicas para auxiliar o trabalho de educadores na promoção do uso ético e responsável da internet criando um senso crítico nos internautas sobre os riscos e oportunidades na Web. Com intuito de estimular as práticas pedagógicas que discutam a webcidadania e o auto-cuidado na rede a SaferNet de maneira inovadora criou um Fórum de discussão na área de Tecnologias Educacionais no Portal do Professor do Ministério da Educação - MEC, Portal de excelente qualidade que já oferece inúmeras tecnologias educacionais para que educadores de todo o Brasil desfrutem de materiais pedagógicos. A idéia da SaferNet é promover uma capacitação interativa entre educadores que já participaram das oficinas de prevenção da SaferNet, ou que ainda irão participar. O Fórum permite que todos os educadores participem e tirem dúvidas sobre como abordar Sexualidade na era digital, Cyberbullying, exposição da intimidade e acesso a conteúdos impróprios. Importante que esses temas sejam trabalhados de forma transversal nas escolas por todos os professores, desmistificando que apenas o professor de informática pode dar aula sobre segurança na Internet. Neste mesmo espaço do Fórum serão disponibilizado todos os recursos pedagógicos elaborados pela SaferNet para trabalhar com o tema. Se você é educador, participe deste Fórum no Portal do MEC e aproveite ao máximo os recursos disponibilizados para enriquecer a educação brasileira na era da informação.

Visite o Link do Fórum no Portal


Acesse também O Blog sobre segurança e ética no uso das tecnologias.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Na próxima segunda (30.05) estarei as 13h no Programa Zumzumzum da Rádio Itapoan FM 97,5

Na próxima segunda (30.05), estarei as 13h no Programa Zumzumzum da Rádio Itapoan FM 97,5 falando sobre bullying e cyberbulling, mais uma oportunidade de divulgar e esclarecer dúvidas sobre o assunto, em diferentes meios de comunicações e classes sociais.

sábado, 21 de maio de 2011

Lançamento de A vida no Orkut – Narrativas e aprendizagens nas redes sociais, em Porto Alegre dia dia 27.05 as 19h.


A vida no Orkut – Narrativas e aprendizagens nas redes sociais

De Edvaldo Couto e Telma Brito Rocha

(Organizadores)

27 de maio de 2011, sexta-feira, 19h

NA PALAVRARIA

O Orkut hoje representa uma das principais referências de sites quando as pessoas estão conectadas, sobretudo os mais jovens. Não por acaso chama a atenção de pais, professores e pesquisadores. Vários trabalhos acadêmicos foram produzidos nos últimos anos e muitos outros estão em andamento para analisar as relações de fascínio, mas também as possibilidades de aprendizagens, entretenimento e comunicações que o Orkut oferece.

Diante da especial popularização do Orkut no Brasil e do crescente interesse de pesquisadores em investigar os processos de comunicação, as práticas discursivas, os relacionamentos e as aprendizagens nas redes sociais, o livro reúne ensaios que resultam de pesquisas de iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado, realizadas por professores em diferentes momentos em suas carreiras e em diversas universidades brasileiras. As abordagens são múltiplas, assim como as pluralidades e as possibilidades de interações no Orkut. Cada um a seu modo, os ensaios apresentam e discutem a complexidade e a variedade de vivências, abordam temas como as identidades, a estética corporal, o internetês, as representações de professores e de escolas, os discursos sobre a velhice, as imagens de família, as relações de fascínio, ideais de felicidade, os significados e sentidos que os participantes tecem em suas redes sociais na internet.

O livro ressalta que o Orkut se constitui em mais uma fonte de sociabilização digital, um espaço privilegiado para a ampliação de comunicação que favorece os intercâmbios, pois possibilita aos sujeitos vivenciarem relações para além de suas comunidades locais. É uma rede fascinante de invenção e exibição de subjetividades. Por fim, a intenção do livro é ampliar debates. Que as inquietações e as motivações aqui expostas contribuam para que pais, educadores e interessados em geral conheçam, sob esses ângulos, o que fazem e pensam jovens e adultos em suas redes sociais na internet, como festejam a vida no Orkut.

Palavraria – Livros & Cafés

Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim
90420-111 – Porto Alegre – RS
Telefone 51 3268 4260

palavraria@palavraria.com.br

www.palavraria.com.br




terça-feira, 10 de maio de 2011

Estarei no Programa Aprovado da Rede Bahia de Televisão (sábado, 14.05 às 8h)

O Programa Aprovado do próximo sábado discute o bullying nas escolas.Saiba como identificar as vítimas e agressores e como escola e família são importantes para combater este tipo de comportamento agressivo. Divulguem em suas redes sociais e ambientes educativos que trabalham. Vejam chamada do programa.


video

quarta-feira, 23 de março de 2011

Entrevista concedida ao jornal Diário de São Paulo sobre o caso de bullying do adolescente australiano Casey Heynes que virou hit na internet.

Bullying e o risco do efeito bomba-relógio


Hulk, Zangief, lutador de luta livre. Esses são apenas alguns apelidos que o adolescente australiano Casey Heynes recebeu após ter sido filmado na semana passada, defendendo-se de repetidas agressões de um colega de escola. O garoto aguentava calado e deprimido, enquanto crianças o submetiam a atos de humilhação e violência. Um dia, ele revidou. Aplicou um golpe digno do personagem Zangief, de "Street Fighter". A cena foi filmada e teve milhares de acessos no Youtube, como se Heynes, 15 anos, tivesse agido por todas as pessoas que sofrem bullying.

"Há um momento em que os papéis se invertem. O ser humano acuado explode para sobreviver", diz o psicólogo Dirceu Moreira, autor do livro "Transtorno do Assédio Moral Bullying: A Violência Silenciosa" (Editora Wak), para explicar a atitude de Heynes. Mas não são todas as vítimas que têm coragem de revidar. É comum, aliás, crianças se tornarem mais retraídas e desenvolverem baixa autoestima.


Mas a atitude de Heynes é controversa. Especialistas alertam que combater o bullying com outra violência não é a melhor forma de lidar com o assunto. "Foi uma vitória para ele. Só que Heynes tem sido tratado como herói porque a sociedade acredita que é necessário responder à violência com mais violência. Na verdade, devemos buscar outros caminhos", diz a educadora Telma Brito Rocha.

Os pais e educadores, muitas vezes, ignoram a prática de bullying. Mas, se as humilhações forem identificadas, os responsáveis pelo agressor devem ser chamados para uma conversa mediada pela escola.

O alvo / Segundo a educadora Telma, a popularidade do caso Heynes é importante para gerar a discussão sobre o problema e mostrar que ele pode acontecer com qualquer pessoa, independente de seu porte físico - Heynes é um garoto forte. "Ele desconstrói a lógica de que o bullying ocorre com pessoas frágeis e mostra que há a chance do revide."

O perigo, no entanto, é a vítima se tornar agressora. A partir do momento da reação, ela descobre possuir uma força que não sabia que tinha e, em muitos casos, pode descontar os anos de humilhação em outras pessoas. Por isso, é preciso tomar cuidado com a inversão de papéis.

A vítima se torna herói
De garoto impopular e com poucos amigos, o gordinho Heynes se tornou um herói. Foram criadas duas páginas no Facebook em sua homenagem e ele também se tornou estrela de jogos de animação.

200.000
pessoas curtiram Heynes no Facebook

A solução pode estar na ação judicial
Quando a escola falha em ajudar a vítima, muitos pais acionam a Justiça contra os responsáveis pelos agressores de seus filhos. Como afirma o psicólogo Moreira, "quem responde pelas crianças são os pais e quando afeta o bolso dói. A dor moral vem cobrar a dor financeira". Para ele,
no entanto, essa não é a forma indicada de lidar com o problema, mas "pelo menos serve para alertar",


O outro lado: a versão do agressor
No início da semana, o agressor de Heynes, Richard Gale, 13, concedeu uma entrevista ao programa "Today Tonight" onde afirmou que teria sido provocado pelo próprio Heynes . Também alegou já ter sofrido bullying.

Assista a entrevista:



Como saber se seu filho está sofrendo bullying
Ele demonstra tristeza constantemente. Não tem vontade de frequentar a escola. Demonstra não ter amigos. Teve piora no rendimento escolar. Apresenta marcas pelo corpo.

Veja agora o vídeo de Casey se defendendo das agressões do colega na escola:


Luana Lila (Diário de SP)


domingo, 13 de fevereiro de 2011

Escolas públicas estão obrigadas a notificar casos de violência doméstica e sexual

Desde do dia 26 de janeiro, os estabelecimentos públicos de ensino e os profissionais de saúde estão obrigados a notificar as secretarias municipais ou estaduais da Saúde sobre qualquer caso de violência doméstica ou sexual que atenderem ou identificarem em seus alunos e pacientes respectivamente. A obrigatoriedade consta da Portaria nº 104 do Ministério da Saúde, publicada neste mesmo dia no Diário Oficial da União, texto com o qual o ministério amplia a relação de doenças e agravos de notificação obrigatória. Com a inclusão dos casos de violência doméstica, sexual e outras formas, a relação passa a contar com 45 itens. Embora não trate especificamente da violência contra as mulheres, o texto automaticamente remete a casos de estupro e agressão física, dos quais elas são as maiores vítimas. A Lei 10.778, de 2003, no entanto, já estabelecia a obrigatoriedade de notificação de casos de violência contra mulheres atendidas em serviços de saúde públicos ou privados. A lei determina que cabe à vítima ou ao seu representante legal tomar a iniciativa de comunicar a polícia. No momento em que isso passa a ser de notificação compulsória e a equipe médica deve informar a autoridade de Saúde, fica mais fácil termos um número mais próximo da realidade, é importante que se preserve a privacidade das vítimas de violência, principalmente sexual.